domingo, 10 de maio de 2015

Scoreboard


Algures no passado eu deixei de procurar. 
Deixei de perseguir. 

Fossem amizades. Fossem interesses românticos. E eu estava bem até. Amizades que me proporcionaram imensas histórias. Boas e mas. É pena que mais deste ultimo tipo.

Mas a verdade é que não estou aqui para escrever sobre amizades. 
Mas sim sobre ti e não sei como o fazer. 
Stupid enough eu sei. 
Mas eu estou atrás e até que estou a gostar disso, porque? Porque não é mais uma história como as que já tenho. De algo entregue de bandeja. 
E aí é que está a graça. 
A tua graça. 
A graça de ter medo de ser inconveniente. 
A graça de ter medo de estar a chatear. 
A graça de ter medo. No geral. 
A graça de ser tudo novo.

  • A graça da interação humana e não de um interesse de menor relevância. 
  • É nisso que não te quero transformar. Numa menor relevância. I want the opposite.

  • E eu sei que este texto e confuso as fuck. 
  • Mas é sempre assim quando me admito algo.
  • Quanto mais quando não é algo que seja "a minha praia". 

  • Mas There's a train and it has left the station and i cant stop it, devo-me mais.

Portanto I'll make the jokes. 
And I'll keep the scoreboard up

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